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INFINÍPTICO








Mil formas, em uma;  
Mil formas, nenhuma.


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Infiníptico é um projeto no qual exploro a desconfiança de que sou louca, buscando identificar essa loucura, ressignificá-la e, em última instância, redimi-la enquanto a compreenda como forma de redenção.
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MIL FORMAS foi minha pesquisa para o Mestrado em Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, que decorreu entre SET/2015 e SET/2018.




O trabalho é dividido em dois, mas baseia-se num mesmo enigma: Eu sou louca./ Eu sou louca?

É a partir desta afirmação confusa que desenvolvo, em duas linguagens — a pictórica e a escrita, que são distintas mas complementares —, uma tríade essencial de questões: “De onde surge este sentimento?”; “o que significa?” e “para onde é possível levá-lo?”.






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Através das pinturas e da dissertação, a formulação das perguntas, suas implicações e seus desenvolvimentos são naturalmente muito diferentes. Proponho por isto que as duas metades, às quais chamo, respectivamente, de Mil Formas, Em Uma e Mil Formas, Nenhuma, sejam simultaneamente introdução e conclusão uma da outra, dando ao trabalho um caráter infinito (infiníptico). 


Infiníptico é um atlas.
É um corpo explodido.



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Mil Formas, em uma:
É a manifestação físico-espiritual da pesquisa. Retrata com preciosidade o desreal, o terrível e o estupidamente cotidiano. Ao mesmo tempo, numera a evolução do aprendizado do processo pictórico. É dividido entre Autorretratos, em que tudo que não era  autorretrato passa a ser, e Farsas, nas quais um sujeito tenta disfarçar-se, mas falha.
Mil Formas, Nenhuma:
Exercício retórico e projeção da voz do trabalho. Relaciona delimitações psicanalíticas de identidade, sanidade e feminilidade com um pensamento místico, simbólico e intuitivo,
a fim de traçar uma  compreensão específica da loucura e descobrir para onde isto nos pode levar.














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© Mariana Poppovic 2018